terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Boa sorte:


“na vida) e demito o verso como quem acena” Ana Cristina Cesar

A verdade é que tenho gostado cada vez mais desse cachorrinho
Que me deseja “boa sorte” sem uma palavra sequer
Com o perdão do trocadilho
Com o perdão do subjuntivo
Com o perdão do pleonasmo
A linguagem animal é de se desdobrar tecidos

Raphael Vidigal

Pintura: “A dançarina”, de Derain.

3 comentários:

Alessandra Rezende disse...

Adorei!!!!
Engraçado e leve!
E simples... são sempre simples..
adoro isso!

Anônimo disse...

ow
curti
mas to sem criatiividade pra comentar nesse momento

Anna Carolina Pinheiro Lage

Cicero Edinaldo disse...

muito legal! o bom dia de um cachorro deve ser algo incrivel mesmo..sem falsidade, sem ironia...só no AU AU!.kkkk
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ABRAÇOS INFINITOS!