sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sem aritmética:


“Eu poeta afogado em rima sem gosto de vida
E você a vida rindo pra mim, ainda que invisível?
A vida feia em você e eu pintor visionário
Tentando retocar o que é cruel mas pulsa e faz sentido?” Cazuza


Se mil vezes me perguntarem quem sou, direi: Adélia Prado
Se mil e uma, direi: Rubem Alves
Ainda se insistirem desaforados e desacreditados, direi: Caio Fernando Abreu
E se
a obrigação da fantasia
me desobrigar
admitirei:

No one – título do poema
“(O tempo não espera por ninguém e já foi tudo dito)”

Raphael Vidigal

Pintura: La joie de vivre, de Henri Matisse.

4 comentários:

Hugo disse...

Fala Lobão!

Como sempre (meio repetitivo)

Muito bom

Abraços

MikaelMoraes disse...

fera isso heim
falar mais o q né!?
continue assim
<>
visite-nos e comente tmbm
gostando siga e avise que retribuiremos
se seguir deixe o aviso no comentário
deixando o seu link para retribuirmos
<>
grato
<>
http://mikaelmoraes.blogspot.com

Diva disse...

Teu blog, é tudo de bom, super caprichado, já estou seguindo viu?! Ficarei feliz se passar pra conhecer o meu e retribuir.
Obrigada
http://maniasdadiva.blogspot.com/

Alessandra Rezende disse...

E eu achando que esse texto era de Rubem Alves... ^^

Muito bom!!!!